* dê play antes de ler.
Á direita, mas não de Deus pai. Ela me maltratava a alma, e sabia bem disso. Corpo e alma, entregues à ela e ao som do piano. As sensações não eram estranhas, mas atormentavam-me as querências da carne. E, por bem saber disso, provocava-me intencionalmente o martírio de em nada tocar-lhe. A música acelerava os ritmos. Hormônios, olhos e coração. Uma alegoria só. Um ritmo tão ou mais intenso que qualquer música já existente. Sentiu? Não.
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