É o pouco no muito. Muito pouco demais. Toda noite, todo dia, esvazia-se minha mente de tudo o que lutei para acumular e enchê-la. Fogem-me os versos de sentimentos pensados ou não, as palavras, as imagens. Tudo se esvai. Muitos poucos em uma mesma palavra. Os muitos e poucos comeram minhas ideias, minha criatividade ao molho branco e champignons.
Acaba a poesia, a vontade de poetizar, os versos arquitetados, enfim.
É muito pouco o que me resta aqui dentro da cabeça. Dessa cabeça vazia, devorada pelos muitos e
poucos que a vida trás(e desfaz).
sábado, 2 de outubro de 2010
É (muito) pouco.
É o pouco no muito. Muito pouco demais. Toda noite, todo dia, esvazia-se minha mente de tudo o que lutei para acumular e enchê-la. Fogem-me os versos de sentimentos pensados ou não, as palavras, as imagens. Tudo se esvai. Muitos poucos em uma mesma palavra. Os muitos e poucos comeram minhas ideias, minha criatividade ao molho branco e champignons.
Acaba a poesia, a vontade de poetizar, os versos arquitetados, enfim.
É muito pouco o que me resta aqui dentro da cabeça. Dessa cabeça vazia, devorada pelos muitos e
poucos que a vida trás(e desfaz).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário