quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Soltar a voz pra dizer que estou insegura sobre como será nossos próximos dias não significa negar todas as coisas boas que vivemos. Mas te desejo uma esperança enorme e independente de mim, pra que se um dia nossos caminhos se afastarem, você fique bem. Não desejo, porém, que o aconteça. Desejo que continuem, nossos caminhos, unidos em uma mesma estrada. Pois que estive feliz até o atual segundo, estive feliz com o amor que tive, que tenho. Mas desejo uma vida tranquila, simples e com fé. Com gratidão pelo pão de cada dia, pelo cheiro de roupa estendida no varal, pela poesia de viver. Pois que pra mim é isso viver: uma poesia. Não levarei uma vida, pois, em busca de conhecimentos vários, de fórmulas mágicas, de metafísica travestida de intelectualidade. Quero conhecimento de vida, pra fazer o bem e estar bem. Não desejo luxo, riqueza, ou qualquer outra ganância. Desejo conhecer o mundo, pra saber o que de belo há espalhado do lado de fora. Pra que possa dizer da vida que tive: foi bela!
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